11.04.2016 / por

Peças amplas, vindas do streetwear e da alfaiataria, ajudam a compor o mood genderless em alta

Peças amplas, vindas da alfaiataria ou do streetwear, para entrar no mood genderless ©Montagem
Peças amplas, vindas da alfaiataria ou do streetwear, para entrar no mood genderless ©Montagem

Antes mesmo da Vetements catapultar o mood genderless, ou sem gênero definido, na última semana de moda internacional para o Inverno 2017, a tendência mais importante e recente da moda já vinha sendo sentida por marcas brasileiras, que acompanhavam não só os movimentos do coletivo de moda francês e de outras grifes de fora como o comportamento de lifestyle e de desejos de moda que pairam no ar quando mudanças deste tipo estão prestes a acontecer. Não aconteceram, ainda, de fato, e é evidente que as peças que não denunciam se a roupa é feminina ou masculina e podem ser usadas por homens e mulheres ainda são a vanguarda da vanguarda fashion, feita por muito pouca gente, com uma peça ou outra, geralmente da linha masculina, que pode ser usada por clientes mulheres (João Pimenta é um exemplo, a UMA pode ser considerado outro). Mas também é verdade que o próximo Inverno 2016 brasileiro traz muitas coleções femininas com peças que entram nessa fronteira de indefinição – sem se autodefinirem oficialmente unissex – e podem ser usadas por homens e mulheres de forma que não se definam necessariamente como look estritamente masculino ou feminino.

Os responsáveis por essa guinada rumo ao estilo genderless são as peças mais amplas e quadradas, junto com os itens vindos do streetwear e da alfaiataria. Nos acessórios, mocassins, brogues e botas sem salto, com solado pesado, ajudam a fazer com que sapatos caiam bem tanto em garotos como em garotas e a mochila vira a nova bolsa, independentemente de quem a carrega.

Na galeria de fotos, veja peças de marcas como Modem, UMA, Fernanda Yamamoto, Reinaldo Lourenço e Lale, para compor looks cool que vão além da definição de gêneros.


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