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    Por que Carolyn Bessete-Kennedy é a obsessão da vez?

    De referência no Tiktok a nova série de Ryan Murphy, ela parece estar por todos os lados.

    Por que Carolyn Bessete-Kennedy é a obsessão da vez?

    De referência no Tiktok a nova série de Ryan Murphy, ela parece estar por todos os lados.

    POR Vinicius Alencar

    Em meio a tanta obsessão pelos anos 2000 é, no mínimo, curioso que uma personagem tão discreta da elite estadunidense dos anos 1990 tenha se tornado a referência de estilo do momento. Da campanha da hypada Sporty and Rich, que remontou várias imagens de paparazzi, até febre no Tiktok, Carolyn Bessette-Kennedy começa a aparecer em todos os cantos.

    Esse fascínio atual pode ser explicado por ela simbolizar o old money – que virou febre recente – e até mesmo o tão falado quiet luxury. As teorias são várias, mas em um mundo cada vez mais ostensivo é interessante observar esse comportamento. Ao que tudo indica, ela deve ficar ainda mais pop, já que Ryan Murphy tem o projeto de uma série sobre sua relação com seu marido, John F. Kennedy Jr., e mostrar sua fama de festeira que destoa da imagem perfeita moldada pela imprensa.

    Mesmo morta há quase 25 anos (de um trágico acidente de avião), Carolyne voltou a preencher os moodboards da geração Z. Em um mundo pré-redes sociais, ela já exercia o que chamamos de influência. O estilo minimal, com peças clássicas e uma cartela neutra que colocou o estilo norte-americano, especialmente novaiorquino, como um sinônimo de uma nova elegância, despretensiosa e atemporal.

    Os óculos ovalados bem característicos dela, especialmente os de acetato, já ganharam as mais diversas interpretações das marcas. As tiaras e arquinhos de tartaruga vendidas até hoje na Co Bigelow viraram objeto de desejo e ostentação. Camisa branca, regatas caneladas, clássico jeans Levi’s, botas com salto grosso eram seu uniforme.

    Seu vestido de noiva bem pueril assinado por Narciso Rodriguez permanece como um dos mais procurados e imitados – a escolha na época foi vista como improvável, afinal ela era relações públicas na Calvin Klein, então esperava-se que seria o célebre designer quem assinaria e não o até então assistente de ascendência cubana.

    Na atualidade, onde ser influente se tornou profissão é natural que nomes que já tiveram esse poder no passado sejam retratados. E essa onda só fortalece o time de produções audiovisuais que se apoiam na moda e na nostalgia para fazer de seus lançamentos um sucesso comercial.

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